quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Confira os 7 pecados capitais dos gays na hora de caça

Por que ninguém fica comigo na boate, na sauna ou no cinemão? O que faço de errado para sair sempre faminta, de mãos abanando? Mesmo os deuses gregos se dão mal na batalha da paquera. Não adianta chorar o “leite não derramado”. Habitués nas arenas do sexo, consultados por Destaques GLS, elegem os 7 pecados capitais que mais atrapalham a hora da caça.

1- Insistência: evite abordagem agressiva ou inconveniente, aceite as negativas sem drama, tenha tato e sensibilidade para captar oportunidades de paquera. Não encare um “não” como rejeição a sua pessoa. Não arme barraco nem resmungue em dark room ou cabine. É uó. Não tente demarcar território, ocupando cabine ou reservado só por pirraça.

2- Descontrole: cuidado com o vexame dos excessos. Nada de enfiar o pé na jaca com bebidas e drogas. Gente esfuziante afugenta potenciais parceiros. Não corra de um lado para outro, tentando agarrar todas as necas, como se fosse um pega-pega na escola. Ninguém tolera putinhas no cio. Nada de assovios, gritos, urros e palmas. Sutileza!

3- Indiscrição: celular tocando em point de pegação é o fim da picada: “Oi, amor, tô aqui preso no trânsito. Chego já, já”. Isso brocha. No flerte, não encha a pessoa de perguntas. Não force ninguém a fazer parte de confraria. Estude, sozinho, o terreno, a espreita, como um felino. Silêncio! Evite os “sofás da Hebe” dos cinemões, onde uns se plantam para tricotar ou monitorar os outros. Queima filme!

4- Palhaçada: se rolar papo num ambiente de sexo, evite contar piadas, tirar sarro ou narrar transas como um locutor de futebol. Isso corta o barato. Não banque a estrela de “Sex and the City”. O lugar é só para sexo, e não tititis. Vá tagarelar com as amigas no café, no bar ou na padaria da esquina. Não piche portas nem paredes com seus fones, e-mails, tamanho do seu dote.

5- Sujeira: fique atento à higiene e aos riscos a sua aparência. Não se encoste em qualquer parede ou poltrona. Vá ao banheiro checar possíveis manchas na roupa ou cabelo. Nada pior do que sair da sauna ou do cinemão carregando coceira, chatos ou doenças sérias. Cuidado com locais onde rola a prática da “porca suja” (gíria de travesti para quem suja o pênis do ativo no anal sem camisinha, vulgo “passar cheque”, e depois faz um oral nele).

6- Acidentes: gente destrambelhada sofre para fisgar parceiro, pois é um alerta constante de risco. Até consegue chamar atenção, mas quem tem coragem de se aproximar de quem cai de escada, escorrega no banheiro, perde comandas, derruba copos e garrafas, derrama bebida na roupa, põe fogo em guardanapos ou entope privadas? Às vezes, não custa consultar o horóscopo do dia antes de sair de casa. Até na pegação é preciso ter um pouco de sorte.

7- Carência: não tire os pés do chão. Não se apaixone pelo primeiro que lhe oferecer atenção e sexo. Não não vire presa fácil para ambiciosos, michês ou bandidos. Devagar com o andor que a neca é de barro. Não vá logo contando seus segredos, entregando as chaves do seu coração (da casa, do carro...). É para desconfiar de tudo. No mundo de hoje, ninguém gosta de ninguém, até que se prove o contrário. Não precipite nas declarações piegas, nos planos para o futuro. E não corte os pulsos se descobrir que ele mentiu o nome, a idade, o local de nascimento e residência, a profissão. Se não rolar, não persiga a pessoa fora do local de pegação, não pegue no pé ao reencontrá-la no mesmo point no dia seguinte. No mundo gay muita gente está em constante estado de fantasia ou muito escaldada com as ciladas do ego, na incessante busca de um simples orgasmo. Mas não desanime. Esqueça o passado. Olhe para frente. Amanhã um outro aparece.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Homossexuais no Exército


Presidente Barack Obama promete acabar com restrição a gays no Exército estadunidense.

A declaração foi feita em um discurso para milhares de gays e lésbicas durante um evento do maior grupo gay do país, o Human Rights Campaign, em Washington.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, entrou nesta segunda-feira com pedido para que o Congresso revogue a lei “Don’t ask, don’t tell” (“não pergunte, não conte”). Esta lei foi criada durante o governo de Bill Clinton, que após a sua posse, em 1993, teria mandado uma ordem semelhante ao de Obama ao Pentágono. A iniciativa foi mal recebida e deu origem a lei, que permitia gays e lésbicas integrar as forças armadas na condição de esconder sua orientação sexual.

O secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, o almirante Michael Mullen, defenderão nesta terça diante do Senado a anulação da polêmica lei.

Apesar das grandes críticas e cobranças que vem recebendo da comunidade gay, Obama pede que confiem em seu governo. “Eu entendo que muitos de vocês não acreditam que o progresso chegou rápido o suficiente. Não desconfie da direção em que estamos indo e do destino que atingiremos”, disse.

Contudo, o senador pelo estado do Arizona John McCain (que também é contra o casamento gay e que, ainda bem, não ganhou as eleições presidenciais contra Obama), criticou a iniciativa do presidente defendendo que acabar com a lei atual seria “um erro: esta política é bem sucedida, está em vigor há 15 anos e é bem recebida por militares em todos os níveis”


“Não podemos descartar das forças armadas pessoas capazes”, assegurou Ellen Tauscher, legisladora democrata. Segundo pesquisas recentes, 75% dos americanos acham que gays e lésbicas devem servir ao exército abertamente.
A comunidade militar, tradicionalmente conservadora, pode colocar resistência. Uma pesquisa realizada em dezembro pelo Military Times com cerca de 2000 leitores militares ativos, a maioria (58%) se declararam contrários à abertura do exército aos homossexuais.

Quem assistiu “The L Word” pôde acompanha a história de Tasha Williams, encenado pela atriz Rose Rollins, que era soldado do exército americano e que sofreu muito quando teve sua homossexualidade revelada teve que deixar a corporação. Rollins falou com 10 soldados para pesquisar o assunto, alguns dos quais tinham sido separados das forças armadas por causa de sua orientação sexual. “Essas mulheres passaram por muito”.
“Quando criamos a personagem de Tasha, um dos meus co-escritores disse que deveríamos colocar uma lésbica do exército, alguém que tenha servido no Iraque”, disse a criadora da série Ilene Chaiken. “Depois de uma série com a personagem e a questão mais aflorada, decidimos que era hora de falar sobre a lei ‘Don’t ask, don’t tell.’”

Os EUA é hoje o país que mais tem presença militar em conflitos internacionais. Desde 1993, cerca de 14 mil soldados foram expulsos por expressar sua homossexualidade, 644 somente em um ano de governo Obama.

“Nós não deveríamos estar punindo americanos patriotas que se ofereceram para servir o país. Nós deveríamos estar celebrando a disposição deles para dar um passo adiante e mostrar tamanha coragem”, discursou Barack Obama.


Casal lésbico do Rio de Janeiro quer registrar filho no nome de ambas


O casal entrou na justiça para conseguir um registro no nome das duas mães

A publicitária Stella Amaral e a administradora Liliana Quaresma aguardam a chegada do bebê em Abril e nesta semana entraram com uma ação na 5ª Vara de Família do Tribunal de Justiça para certificar-se que a criança tenha garantidos os direitos assegurados pelo Estado.

A advogada do casal, Glória Queiroz, diz que a ação é fundamentada na Constituição brasileira e que age em prol do melhor interesse da criança. Segundo a advogada, o registro no nome de ambas será fundamentam para que a criança tenha direito à pensão, herança, seguro e visitação por uma das duas mães em caso de separação. Para fortalecer o pedido, o casal cita recentes decisões tomadas por alguns tribuiais brasileiros que deram a casais homossexuais o direito de adotar crianças.

A advogada do casal pergunta: “Por que se pode dar uma criança em adoção para um casal homossexual, mas não se poderia dar filiação a uma criança gestada por um casal homossexual, com a participação genética das duas?”

Outro caso semelhante foi aberto no Rio Grande do Sul, que deu a um casal lésbico o direito de registar o filho no nome de ambas as mães.

Liliana ficou grávida pelo implante de um óvulo de Stella fecundado com o esperma de um doador anônimo. Liliana diz: “Eu queria ter um filho da Stella, e gerar o óvulo dela foi a melhor forma de dividir o nosso amor. O Bento é o fruto do nosso amor”.

Em passos lentos e com muita luta vamos conquistando nosso espaço na sociedade, parabéns ao casal pela atitude e pelo bebê!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Muito prazer - sexo sem DST


É crescente o aumento de doenças sexualmente transmissíveis na população gay masculina no Brasil.O gay está exposto a essas doenças por questões culturais, falta de informação e resistência às mudanças.

Hoje a sífilis é transmitida num beijo e ainda pensamos que é na relação sexual sem preservativo que se contamina.

O governo lançou ontem a campanha Muito Prazer, sexo sem DST e isso pode colaborar muito com a prevenção dessas doenças. A campanha é um serviço de envio de e-card. Espero que esta ferramenta não seja utilizada para trotes e brincadeiras de mau gosto.

site do governo - clique aqui

Dica legal do dia: Consulte um infectologista regularmente para exames de HIV, hepatite, sífilis e não tenha medo de falar sobre sua sexualidade.